Candidaturas PO Capital Humano

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Na Tecla preparamos e submetemos a financiamento, através do POCH - Programa Operacional Capital Humano, as candidaturas dos nossos clientes organizacionais - empresas e instituições, apoiando-os em todas as fases: da gestão da candidatura à gestão do plano de formação, até ao seu encerramento.

Gestão da candidatura à obtenção do financiamento:

  • Identificação das necessidades de formação;
  • Elaboração da proposta de plano de formação e orçamento de custos;
  • Submissão da candidatura em formato eletrónico;
  • Apoio a eventuais pedidos de informação adicional.


Gestão do plano de formação aprovado

  • Planeamento do plano de formação com o cliente (cronograma das ações a realizar);
  • Elaboração do dossier técnico-pedagógico de cada ação de formação;
  • Execução das ações de formação aprovadas e acompanhamento permanente aos formandos e à organização;
  • Elaboração do dossier contabilístico do projeto;
  • Gestão financeira do projeto - inclui adiantamento, pagamentos intermédios e reembolsos;
  • Encerramento do projeto de formação.


A
Tecla dispõe de uma equipa multidisciplinar, com capacidades demonstradas na gestão de dezenas de projetos de formação financiados pelo POPH no período de 2007-2013.

Não deixe de contactar os nossos serviços. Ajudamo-lo a construir a sua candidatura, agora no âmbito do POCH - Programa Operacional Capital Humano, enquadrado no Programa Portugal 2020 (período de programação 2014 - 2020).


Para informações mais detalhadas sobre o Programa Operacional Capital Humano, aconselhamos a leitura cuidada sobre o seu enquadramento concetual.

O POCH - Programa Operacional Capital Humano, que irá vigorar no período 2014-2020, vem substituir o POPH - Programa Operacional Potencial Humano (integrado no QREN), que vigorou no período 2007-2013. Tratou-se do principal instrumento financeiro de apoio às políticas de educação e formação profissional de jovens e adultos.

A situação do país em termos de qualificações constitui um dos principais entraves ao desenvolvimento de atividades produtivas mais intensivas em conhecimento e criatividade e com forte incorporação de valor acrescentado nacional, com repercussões negativas ao nível da produtividade e da competitividade da economia portuguesa. As baixas qualificações constituem também obstáculos ao desenvolvimento pessoal dos indivíduos, ao exercício de uma cidadania ativa e à empregabilidade.

No período 2014-2020, os fundos comunitários serão mobilizados para a resposta adequada aos problemas identificados. Em particular, será dada prioridade à diversificação das vias de ensino, nomeadamente através do reforço das vias vocacionais e profissionalizantes, com um forte pendor da formação em contexto de trabalho, visando a tripla função de recuperar jovens com percursos de insucesso, acolher jovens com percursos escolares regulares e aumentar o volume de ativos jovens com competências reconhecidas pelas entidades empregadoras.

No que diz respeito à população adulta com baixas qualificações, a aprendizagem ao longo da vida encontra-se no cerne das prioridades das intervenções públicas, tendo como objetivos o aumento da empregabilidade, bem como a promoção de uma cidadania ativa e qualificada.

Os processos de reconhecimento validação e certificação de competências e as formações de adultos, em particular as formações modulares certificadas, podem e devem apresentar características essenciais para dar resposta a este desafio.

Por outro lado, as intervenções públicas deverão permitir mobilizar recursos em prol da aprendizagem ao longo da vida, tendo em vista:

  • Assegurar que os conhecimentos e as competências dos indivíduos correspondem às exigências e aos métodos de trabalho das atividades profissionais;
  • Ajustar as modalidades formativas às formas organizativas e horários das entidades empregadoras de forma a conciliar as práticas formativas com as atividades profissionais dos formandos;
  • Desenvolver novos métodos de ensino e aprendizagem, nomeadamente com recurso às tecnologias da informação e comunicação (TIC).

As intervenções no âmbito do capital humano deverão ainda ser guiadas pelo objetivo de melhorar o ajustamento entre a oferta e a procura de qualificações, aspeto determinante para a empregabilidade dos ativos e para o contributo das ofertas formativas para o desenvolvimento económico.

Assim, a aposta no capital humano para o período 2014-2020, terá em consideração não apenas a necessidade de reconversão profissional das pessoas desempregadas ou em risco de desemprego, mas igualmente a capacitação ao nível das formações de base (pré-escolar, vias regulares e profissionalizantes no ensino básico e secundário) e ainda as formações de nível superior.

Fonte: Resolução do Conselho de Ministros n.º 33/2013, de 20 maio

Ao longo do período de programação 2007-2013, a Tecla prestou serviços de consultoria a entidades dos setores público e privado, com e sem fins lucrativos, na elaboração de candidaturas a atividades formativas.

Para mais informações, contacte os nossos serviços.

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